ajudar os outros do
que a si mesmo?
Pode ser uma boa
olhar pra isso aí com cuidado
Fulano: Ei,
você poderia me dar uma mão nesse problema, cara?
"Super-pessoa": Manda, eu te ajudo!
"Salvar a cidade? Xá comigo.
Feito."
Esse diálogo
poderia ser um belo gesto de generosidade. Mas não, nesse caso a super-pessoa é
alguém com o hábito de oferecer mais ajuda do que consegue seguidamente. E o
resultado tende a se repetir, ela falha em dar conta de suas promessas.
Estamos falando de
um padrão de comportamento bem destrutivo, que muitas vezes é visto com bons
olhos em nossa cultura de super-produtividade, o famoso "deixa comigo que
eu resolvo! mato no peito! tá na minha!". Existe um gigantesco
reforço positivo para pessoas que se dispõem a resolver o que precisa ser
feito, ou o que ninguém mais resolve.
Entretanto, pessoas
habituadas a essa postura nem sempre conseguem avaliar a extensão e
complexidade do problema que se propuseram a resolver.
Não raro estão
envolvidas em alguma atividade de ajuda, seja na área da saúde, em algum
tipo de prestação de serviço de socorro ou trabalho voluntário.
Já existe até um
diagnóstico para esse tipo de situação que é o burnout da empatia (esgotamento da
empatia).
Burnout da empatia
Esse
quadro tem características muito típicas:
- Esgotamento
físico e emocional
- Irritabilidade
- Mudanças
de humor
- Problemas
de concentração e memória
- Baixa
autoestima
- Ansiedade
- Depressão

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